Millenials e a depressão: como a geração Y é influenciada pelo mundo e o que precisa mudar
Enviada em 05/09/2026
O filme “Divertidamente 2” conta a história das emoções, personificadas, de uma jovem e como a dinâmica de sua vida muda com a chegada de novos sentimentos. No contexto atual, a realidade apresenta certa semelhança com a narrativa, uma vez que, assim como a protagonista da obra, várias pessoas desenvolveram a ansiedade, decorrente de pressões psicológicas que afrontam esse grupo. Em consequência disso, houve um aumento nos quadros de depressão, evidenciando a influência do mundo acerca da “geração Y”. Assim, nota-se que medidas se impõem ao país, para que tal condição sendo amenizada.
Em primeiro plano, é preciso se atentar para o causador do problema. Sob essa ótica, o portal G1, juntamente de psicólogos, reportou o aumento de casos de depressão no período após a pandemia da Covid-19, ocasionado pela banalização dessa condição, diante de uma sociedade conservadora que condena tal situação como “preguiça de trabalhar e estudar”. Certamente, essa tragédia tem o potencial de se enraizar na cultura brasileira contemporânea, indo em oposição à filósofa Djamila Ribeiro, que aponta ser preciso retirar as situações da invisibilidade para que soluções sejam encontradas. Desse modo, o debate mostra-se importante para que a problemática não se transforme em um tabu.
Outrossim, a ansiedade, principal causador da depressão, configura-se como um impasse no que tange à influência do mundo na qualidade de vida da geração Y. Nessa perspectiva, é certo afirmar que há uma lacuna constitucional, tendo em vista que a Constituição Federal de 1988 garante a saúde, direito essencial, a todo cidadão brasileiro. Dessa maneira, solucionar o problema torna-se em um dever tanto moral, quanto jurídico, ressaltando sua relevância.
Portanto, é evidente que tais entraves devem solucionados. Dessa forma, cabe ao Estado investir na criação do projeto “Feliz Mente”, isto é, uma série de programas voltados à conscientização da ansiedade e seus efeitos no psicológico dos indivíduos. Para tal, é preciso que haja a participação de profissionais da psicologia, além da colaboração de agentes de educação física, com o intuito de promover a saúde mental por meio de atividades físicas e, por consequência, reduzir as taxas de depressão na sociedade brasileira.