Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 23/08/2018

É impossível caminhar em São Paulo e não sentir a desigualdade social, onde chamam atenção as favelas e os moradores de rua. No entanto, isso são problemas vindos do êxodo rural iniciado no período militar que também são intensificados pela entrada de refugiados no Brasil, como é o caso de venezuelanos no Norte brasileiro. Apesar disso, esse problema é possível ser solucionado, mediante diminuição da invisibilidade seletiva e a diminuição do abandono dos estudos.

Primeiramente, é uma realidade comum no Brasil de a visibilidade das pessoas só notarem quem elas desejam, como um colega de trabalho ou algum prestigiado, e esquecendo até dos direitos cívicos daqueles periféricos, assim, praticando a invisibilidade seletiva. A partir dessa atitude, moradores de rua que são ignorados até por sua família, também são pelo Estado, tese que é ratificada por decisões estatais históricas que ainda não diminuem efetivamente a maioria dos antigos problemas sociais brasileiros. Portanto, a invisibilidade seletiva da população ajuda muitas das ações não éticas do Estado a serem realizadas.

Outrossim, ser morador de rua não é opção, e sim resultado de drogas e desemprego, ideia comprovada pelo infográfico da revista “Istoé”, a qual, além disso, aponta que aproximadamente 59% dos moradores nem completaram o ensino fundamental. Esses dados são influencia de dois elementos: o desleixo educacional público e a não importância dada ao estudo pelo brasileiro. Se esses fatores fossem opostos, os brasileiros haveriam empregos e traçariam objetivos às suas vidas, havendo maior resistência à falta de trabalho e  à dependência química.

Dessarte, evidenciam-se como melhorar a situação de moradores de rua. A fim disso, é preciso que o Estado divulgue propagandas, por meio das escolas infanto juvenis, que mostrem a importância dos estudos para novas oportunidades de vida, apresentando profissionais de sucesso que tiveram uma vida carente para que haja uma valorização maior dos estudos e, assim, diminua os pivôs do aumento de moradores de rua.

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