Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 26/08/2018

De acordo com o conceito de propriedade apresentado pelo filósofo Jhon Locke, a propriedade privada é um direito natural do homem. Ao definir propriedade, Locke define também os seus limites. Segundo Locke a propriedade é justa até o ponto que ajude com o sustento, não permitindo a posse exacerbada, o que seria injusto ao direito natural dos outros homens.

Porém atualmente é estabelecido um valor para a aquisição de terras deixando para trás a ideia que propriedade é um direito do homem.

Em virtude disso, a única alternativa para aqueles que não possuem condições de pagar pela terra é utilizar as ruas como moradia.

Isto se deve aos problemas sociais que rondam a sociedade o tempo todo, como o alcoolismo, drogas, a taxa de desemprego elevada que pode levar a perca de moradia, e a falta de escolaridade suficiente para conseguir um emprego. Além disso, os moradores de rua são esquecidos pelo governo e pela sociedade, causando exclusão desses indivíduos no meio social, sendo que na verdade foram vítimas dos problemas sociais.

Portando medidas são necessárias para resolver o impasse. O Governo Federal deve criar um convênio com a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social para a criação de projetos que dê novas oportunidades aos moradores de rua, como acesso a educação, criação de albergues para abriga-los, tratamentos para dependentes químicos e conscientizar a população que os moradores de rua não devem ser ignorados, e sim ajudados.

De acordo com o sociólogo brasileiro Bentinho: ‘‘O desenvolvimento humano só existirá se a sociedade civil afirmar 5 pontos fundamentais: igualdade, diversidade, participação, solidariedade e liberdade’’