Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 25/08/2018

Existência Negada

Por conta da lógica capitalista, cresceu o número de moradores de rua no Brasil, desestabilizados socialmente. Encontram-se na situação de vulnerabilidade por diversos motivos, com vínculos da vida fragilizados buscam refúgio nas ruas. Esse processo caracteriza-se por, além da lógica capitalista, o ato de não cumprimento dos direitos garantidos na Constituição Federal, a falta de assistência governamental.

Segundo a pesquisa do IPEA, no país existem cerca de 100 mil pessoas vivendo nas ruas. Isso evidencia como o capitalismo e a propriedade privada acontecem, onde cada um deve trabalhar incansavelmente para que adquira sua “propriedade”, ou seja, em grande maioria, condições mínimas de sobrevivência, esse fator colabora para a ascensão do processo de exclusão social. Além disso, as pessoas buscam o caminho das ruas por conta de ter a vida abalada por questões familiares, vícios etc.

Juntamente a isso, está a Constituição Federal, na qual, afirma que devem ser concebidos os direitos mínimos- moradia, alimentação, saúde e higiene- do cidadão. Porém, com  a situação dessas pessoas é perceptível que a assistência governamental não ocorre. Em muitos casos, esses moradores de rua passam por situações de extrema violência, fora a miséria irrefutável.

Como citou Montesquire “a injustiça que se faz a um é uma ameça a todos”. Assim depreende-se que há entraves, na lógica capitalista e na gestão da Constituição Federal, no que diz respeito a questão social dos moradores de rua no Brasil. Sendo assim, cabe ao Poder Executivo- Prefeitos, governadores, Presidente- em com o SUAS (Sistema Único de Assistência Social), viabilizar programas de assistência social com o intuito do melhoramento da qualidade de vida e reestruturação societária dessas pessoas.  Além disso, o Governo Federal deve fiscalizar e melhorar a gestão, para que o está na Constituição seja posto em prática, visto que são direitos de sobrevivência de todos(as).