Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 27/08/2018

Partindo da premissa na Abolição da Escravidão em meados do século XIX, os escravos foram libertos, mas redirecionados a outro problema social de miséria e necessidades básicas pois a abolição não direciono-os a um estruturamento na sociedade,  evidenciando como é de extrema   importância  de recentes discursões inclusivas sobre pessoas em situação de rua. Essa relativa  demora ilustra uma carência de iniciativas eficazes voltadas  às devidas necessidades , o que se deve a fatores como uma fragilidade  educação e negligência estatal.

Em primeiro lugar, restringem-se a possibilidade de uma melhora na educação, quando a infraestrutura pessoal ainda não atende as demandas necessárias. Desde a falta de investimentos em mais professores até projetos de capacitação em novas profissões não realizados, a dificuldade que caracteriza esse grupo tornando difícil o aprendizado, assim, limita-o educacionalmente.

Outro aspecto, embora se afirme que a Legislação brasileira como avançada e que assegura direitos, como moradia, sua aplicação encontra dificuldades em instituições, como prefeituras, que ignoram frequentemente minorias e suas necessidades, os moradores de rua que são 3,2% da população segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas(IBGE). A falta de assistência para desabrigados mostra a contradição entre teoria e prática.

Deve-se constata, portanto, a devida importância em garante direitos de moradia de modo a efetivar melhoras sociais. Secretarias municipais e estaduais de educação e habitação deve oferecer professores qualificados  para ensinar cursos de capacitação profissional, a população que mora na rua  e desenvolver projetos para construções de casas populares ,por meio de orientação de ONGs que tenham conhecimento nos respectivos assuntos, a fim de efetivar mudanças no cenário. Aumentando assim as chances de uma cidadania mais  digna para todos.