Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 26/08/2018
Um Brasil novo
Desde o início da Revolução Industrial que ocorreu em 1840 tornou-se comum encontrar-se moradores de rua, isso se deu pelo fato da taxa de urbanização aumentar e consequentemente a desigualdade social se instalar em solo urbano.
Que isso é um problema não se tem duvida, a questão é que muitos não sabem a proporção que ele atinge. Segundo uma pesquisa realizada pelo Ipea com base em dados de 2015 projetou que o Brasil tem pouco mais que 100 mil pessoas vivendo nas ruas. A divisão socioeconômica apresentada ao mundo após o êxodo rural disponibiliza agora uma diversidade de consequências.
Ainda que o governo venha tentando prestar assistência aos desalojados com o Programa Nacional Social (Pronacoop) do Ministério do Trabalho fica evidente que tal ação ainda é insuficiente e que na verdade o governo não disponibiliza a verba necessária. Além do mais o Jornal Gazeta do Povo relatou que em um ano 165 moradores de rua foram mortos com requintes de crueldade. Crimes esses que chocaram a população, mas que ainda sim, não foram procuradas soluções. Será que as classes baixas tem menor significado para o governo?
Portanto medidas são necessárias para solucionar esse impasse. A mercê de uma sociedade preconceituosa os cidadãos sem residência deveriam ao menos contar com a própria segurança, sim, o que muitos esquecem é que os moradores de rua são também cidadãos brasileiros e deveriam desfrutar dos mesmos direitos que qualquer outro. A policia civil juntamente ao Conselho Federal de Serviço Social deveria elaborar uma lei diretamente ligada ao morador de rua que consista em punições mais severas aos agressores e na criação de abrigos que tenham confiável estrutura e zero desvio de verba. Como sabiamente disse Immanuel Kant: ´´ O ser humano é aquilo que a educação faz dele ``, a biologia prova que somos todos semelhantes, e a escola tem o papel de mostrar isso aos jovens brasileiros, e fazer com que tornem nosso país um Brasil novo.