Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 27/08/2018
Há tempos é observado no Brasil, o aumento de moradores em situação de rua, sem condições de ter uma vida digna, esses seres humanos vivem em um estado completamente de miséria. Nesse sentido, convém analisar a melhor forma de mostrar que esses indivíduos perante a lei tem direitos iguais como todos os cidadãos, portanto devem ser tratados como tal.
É conveniente destacar, primeiramente, o que leva uma pessoa a um estado de calamidade. Muitas pessoas que saem de suas casas geralmente tentam buscar vida melhores do que tem, outras tentam escapar dos abusos sexuais ou psicológicos, acometidos pelos os seus próprios familiares, o que acaba gerando consequências na maioria das vezes sem volta como o uso de drogas e do alcoolismo. Porém, os motivos não param só nesses, o que tem levado muitas pessoas a morarem nas ruas é o desemprego e esse tem crescido cada vez mais nos últimos anos.
Outra preocupação constante são os ataques nas ruas que essa população vem recebendo. Fica claro, que morar nas ruas não é uma condição fácil, há que se lidar com uma série de questões inoportunas: falta de saneamento básico, higiene, a falta de alimentação, a precariedade entre outros. Porém, o que mais tem assolado a vida desses seres é a violência, um exemplo que podemos afirmar o que está sendo dito, é o caso reportado pelo site G1, no qual um morador de rua da cidade de Belo Horizonte sofreu diversas queimaduras pelo corpo após um indivíduo atear fogo nele com um coquetel molotov. Além da pobreza, eles tem que viver com essas constantes ameaça.
Fica evidente, portanto, que é necessário uma fiscalização mais severa nos direitos humanos, já que todos os indivíduos têm direito a moradia e ao bem estar social. É essencial que o governo junto com as ong’s possam trabalhar juntos para dá algum conforto, através de projetos que consiga a curto prazo melhorar a condição de sobrevivência, na qual os indivíduos e as famílias também deve fazer parte, mobilizando voluntários e participando ativamente na vida de seus parentes resgatando diálogos e tendo maior participação.