Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 26/08/2018
Discute-se muito, no Brasil, a respeito das pessoas que moram nas ruas. Com base nessa ideia, é possível observar que a ocupação das cidades ocorre somente por quem pode efetuar o pagamento do valor do imóvel. Do mesmo modo, percebe-se que há muitas propriedades abandonadas pelo poder público nos grandes centros urbanos. Diante desse quadro, deve-se buscar o assistencialismo do Estado de modo que forneça habitações aos moradores de rua.
Em primeira análise, a ocupação das cidades é feita por quem tem renda suficiente para adquirir um imóvel. Esse problema ocorre porque os grandes centros urbanos seguem a lógica capitalista, na qual só compra uma propriedade se possuir renda suficiente. Por conseguinte, as pessoas mais pobres são forçadas a morarem nas ruas, como em São Paulo, em que 15.905 seres humanos vivem nessa condição, de acordo com o censo da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social.
Não obstante, analisa-se que existem muitas propriedades abandonadas pelo poder público nos grandes centros urbanos. Esse fato é decorrente de uma má administração dos recursos do Estado. Consequentemente, não há espaço suficiente para todas as pessoas da cidades possuírem uma moradia adequada e leva os mais pobres a morarem nas ruas.
Logo, o poder público deve fornecer assistência às pessoas mais pobres para que tenham moradia adequada. A fim de atenuar o problema, o Ministério do Desenvolvimento Social deve fornecer abrigos para os moradores de rua, por meio das Unidades de Acolhimento através do Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias, para que esses indivíduos consigam sair desse estado de vulnerabilidade social.