Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 26/08/2018
Viadutos. Marquises. Ruas. Esses são alguns dos locais onde moradores de ruas vivem. A existência de um número expressivos de um grupo heterogêneo, que possuem diferentes vivências e razões para estar nessa situação, em condições degradantes, pode ser vista como uma das principais marcas da desigualdade social no país. De tal modo, o agravamento dessas situações se dão pela falta de mobilização do Estado e do pensamento quotidiano de como a sociedade encara o problema.
De acordo com Aristóteles, a cidadania é uma condição para a participação política, o qual é retirada desses indivíduos pela sociedade, perdendo a situação de cidadãos a medida que são tarjados como: mendigos, vagabundos. Como consequência, essa exclusão social acaba por banaliza-los de tal maneira que afete eles mesmo, como não se reconhecendo cidadãos pertencentes aquela cidade, sendo “invisíveis” para os governantes, população e si próprios.
Além disso, o álcool, as drogas, e perca de emprego, são os principais motivos para que as pessoas se tornem moradores de ruas, o que mostra a falha Governamental que existe no nosso país. Consequentemente, implicando na saúde brasileira, que é ineficiente nos tratamentos contra dependentes químicos e alcoólatras, além da falta de planejamento nas situações de desemprego do país.
Portanto, afim de amenizar os problemas referentes à moradia de rua no Brasil, é fundamental que o Governo em parceria com ONG’s, crie projetos que visão melhorar a qualidade de vida para as pessoas sem teto, por meio de construções de lares temporários, que ajudem a ter contato com profissionais para a reinserção no mercado de trabalho, com oferecimento de cursos. Ademais, palestras com apoio psicológico, para a reinclusão ideológica para reingressar na sociedade, melhorando assim a sua condição de vida.