Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 27/08/2018
O Brasil com sua extensão continental vêm enfrentando grandes obstáculos no que se refere ao corpo social, um desses imbróglio é o crescente número de moradores de rua, que encara a invisibilidade física e social. Estando-se intrisecamente ligada a dependência de drogas, desemprego ou desestruturação familiar. O que resulta em descriminação por parte da população e até hostilidades, desencadeando a formação de esteriótipos e mortes.
“É direito de todo cidadão possuir uma propriedade digna e privada”. A frase do filósofo John Locke faz alusão ao tema da moradia, sendo esse um direito também à salvo na Constituição de 1888, que à garante como questão de sobrevivência.No entanto, é indubitável que a questão constitucional e sua aplicação, estejam entre as causas do déficit habitacional. Apesar do país ter um grande número de moradias sem função social.
Ademais, o alcoolismo e as drogas ilícitas são um dos fatores que retira o indivíduo do convívio social, tornando-o dependente, acarretando conflitos familiares e na consequente falta de credibilidade do mercado de trabalho, levando-o a morar na rua. Criando-se dessa forma, um ciclo ininterrupto. E as medidas do governo para amenizar essa realidade são escassas.
Evidenciam-se, portanto, a necessidade de alterar o cenário atual brasileiro, sendo fundamental que o estado intervenha nas moradias abandonadas, e estruturar no local lares para aqueles que não possui. Além disso, como medida profilática é imperioso que a secretaria municipal esteja aliada a ONGS que disponibilize roupas e comida. Por fim, os municípios deve levar psicólogos as ruas, no intuito de convencer os dependentes químico para frequentar clínicas de reabilitação, e que lá seja estimulado o retorno aos estudos.Dessa forma, será alcançada a cidadania pragmática realmente legítima e plural.