Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 03/09/2018
Pode se afirmar que, o Brasil atual é marcado por uma imensa desigualdade social e econômica, tendo em vista que com o avanço do capitalismo na sociedade, afetou muito a exclusão social, que cresce cada vez mais. Com isso nota-se um crescente aumento no número de moradores nas ruas, onde em muitas vezes, são jugados sem terem direito a defesa algum.
Diante disso, os motivos que levam uma pessoa a morar na rua são vários, como o desemprego, o abandono familiar ou até falta da família, a situação econômica, o desajuste social, problemas psicológicos e, muitas vezes, o vício em drogas. Essas pessoas já não veem expectativas em suas vidas, se encontram em uma situação de sobrevivência, fora do contexto social, sem esperanças ou sonhos de mudar de cenário.
Nessa perspectiva, a crescente população em situação de rua é o retrato mais cruel da miséria social que se aprofunda em diversos ramos da esfera pública. O atual estado é a consequência de uma reação em cadeia que relaciona os altos índices de desemprego, rebaixamento salarial, uso de drogas e violência. Morar na rua é o reflexo visível do agravamento social no Brasil, e a falta de políticas públicas eficientes se constitui negligência do poder público em garantir a esse cidadão condições mínimas de sobrevivência.
O tratamento da questão dos moradores de rua deve ser um dos assuntos prioritários nas questões sociais do Governo, tendo em vista que essas pessoas são cidadãos brasileiros que tem anseios, carências e necessidades específicas, que precisam ser atendidas pelo Estado. O Governo Federal deve, mediante a ampliação da atuação de programas competentes, como o Programa Nacional Social, assegurar os direitos plenos de cidadania dos indivíduos e com ajudas socioeducativas e programas de reabilitação agir para que assim haja um começo para retirar essas pessoas das ruas.