Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 16/10/2018
A partir do início da democratização brasileira, foi criada a Constituição de 1988, no qual traria dignidade e também, direito à moradia. No entanto, a realidades nas ruas é relevante, principalmente nas metrópoles, haja vista o grande contingente de pessoas que vivem nas ruas. Essa realidade, decorre sobretudo, devido ao desemprego e problemas com vícios.
A posteriori, a decorrência da ocupação capitalista e as crises econômicas faz com que muitas pessoas sem disponibilidade de renda e sem, alternativas utilizem as ruas como moradia. Dessa maneira a maior razão, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, pelos quais 30% da população que se encontra nessa situação é referente ao desemprego. Logo, seguindo o pensamento Marxista, a sociedade fica exposta à injustiça, em meio a falta de trabalho, tendo em vista que para o MDS, 70% dos moradores de rua estão em busca de emprego, e também, exercem atividades como reciclagem, sendo a minoria pedinte.
Outrossim, o fruto da falta de moradia de pessoas de grupos heterogêneo, vêm de diferentes vivências e variadas razões sociais. Embora o alcoolismo e uso de drogas seja o maior deles com cerca de 35,5%. de acordo com o censo de 2010. Tais vícios por sua vez gera, na maioria das vezes, conflitos familiares , o que faz com que os vínculos afetivos sejam interrompidos e fragilizado, de tal forma que leva-os buscarem as ruas como solução, caso é esse da Cracolândia em São Paulo, onde se concentra usuários de drogas.
Nessa perspectiva, é necessário medidas para diminuir e solucionar tal problemática dos moradores de rua. Como o Ministério do Desenvolvimento Social juntamente com as prefeituras criarem núcleos de apoio, com reabilitação de dependentes químicos, com palestras, apoio psicológico para o usuário e também para família. Além disso, nesse lugar seja de moradia temporária e que ofereça cursos profissionalizantes, tendo empresas credenciadas, a fim de encaminhar para o mercado de trabalho.