Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 11/10/2018
Na semana de 1922, o Brasil iniciou um rompimento com a alienação clássica, a reorganizar o pensamento social sobre os reais problemas nacionais com destino a despir-nos dos preconceitos, valores enraizados na sociedade. Hodiernamente, ao se analisar os moradores de rua na população brasileira percebemos que estamos longe de ser alcançado. Neste contexto, torna-se evidente a invisibilidade dessas pessoas assim como a fragilidade psicológica em optarem por estas condições.
A princípio, nota-se a invisibilidade dos individuo para a sociedade. Segundo Voltárie, isso se explica por : “Preconceito é opinião sem conhecimento “. Tal conceito pode ser observado no cotiano verde e amarelo aos habitantes das cidades ignorarem esses indivíduos, deixando invisíveis no decorrer dos dias, assim como, notícias de violências a estes cada vez mais frequente, demonstrando, um desprezo e falta de empatia aos residentes, ignorando os motivos levados a explicar tal condição.
Além disso, as frustrações corriqueiras, falta de amparo familiar, alcoolismo são fatores resultante na escolha dessa condição de vida. Sob esse viés o aumento de desabrigados nas ruas aumenta drasticamente a cada ano. A Constituição de 1988 garante que todo cidadão tem direito a moradia, sendo um direito básico assegurado pelo governo, que entra em contradição a realidade, visto que cresce os números sem se preocupar em resolver tal dificuldade.
Destarte, é indubitável promover intervenções sobre a problemática, com o auxilio do Governo Federal em parcerias com ONGs, em resgatar esses moradores, oferecendo tratamento psicológico, afim de, remover esses povos das ruas. Nessa conjuntura, prédios governamentais inutilizados, devem ser fiscalizados e ofertados a estes, a responsabilidade do cumprimento da constituição de 1988 do direito a moradia. Outrossim, a colaborar com o olhar dos modernistas " Nós não sabemos o que queremos; mas sabemos o que não queremos”, a desenvolver uma civilização justa é igualitária.