Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 16/10/2018
Segundo Zigmunt Bauman, em sua concepção de ‘‘modernidade interligada’’ o homem é responsável pelo outro seja de modo explícito ou não. Devido ao mundo globalizado, tudo que alguém faz causa impacto na vida do outro. Desse modo, tem sido evidente o descaso social e político da despreocupação sobre moradores de rua. Nesse âmbito, é necessário sanar a propagação do ódio e exclusão desses cidadãos.
Em primeiro plano, vale ressaltar que de acordo com o artigo 5 da Constituição Federal de 1988, alude que todo cidadão tenha direitos sociais de moradia digna. No entanto, é notório a fuga da realidade legal, que falha em assegurar tantos indivíduos que ficam a mercê de muitos males. Sendo assim, abordando sobre a violência sofrida por cidadãos que moram nas ruas, é presumida pela falta de segurança ofertada pelo Estado, com esse omisso as pessoas se sentem no direito de praticar a própria justiça. Ademais, o frio é um dos maiores fatores de morte desses indivíduos que ‘‘sem teto’’,passam por invernos mais rigorosos mas não possuem proteção.
Outrossim, pesquisas realizadas pela Prefeitura do Rio indicam que na cidade possui mais de 5000 moradores morando nas ruas. Dessarte, desperta a preocuparia sobre a proporção de pessoas que estão sem abrigo, faltando educação, comida, moradia e principalmente cidadania. Nesse viés, muitos indivíduos são tratados sem humanidade, não conseguindo nem alimentar de restos, pois por muitos os moradores de rua são uma sujeira social. Além disso, os cidadãos que conseguem sair da situação de rua, acabam indo para abrigos de enorme precaridade, que não possuem grandes capacidades de atendimento e desfuncionalidade.
Em suma, é importante que os indivíduos busquem uma sociedade ideal baseada na preocupação para com os moradores de rua. Com isso, urge que as Secretárias Publicas, façam o uso do dinheiro público com maior aplicabilidade, uma vez que muitas vezes o cidadão que mora nas ruas é ignorado e depreciado, sendo realizações por meio de criação de albergues e clinicas de reabilitação, com o fim de cessar as instalações nas ruas.