Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 16/10/2018

Segundo o filósofo Jean Jacques Rousseau, a natureza fez o homem feliz e bom, mas a sociedade deprava-o e torna-o miserável. Nesse viés, o processo de exclusão social reflete a população de rua no Brasil. Adquirentes de transtorno depressivo maior (depressão) e envolvimento com drogas, são fatores em destaque que levam indivíduos a se inserirem no grupo de moradores de rua no país, ocasionando um problema social e a necessidade de resolvê-lo.

Em primeiro lugar, e necessário ressaltar que a constituição de 1988 explicita o direito de moradia a todos indivíduos. Contudo, grande parte dos moradores de rua se encontram nessa situação devido a depressão e problemas familiares, por exemplo frustrações com seus cônjuges.

Entretanto, com o crescimento tecnológico proveniente das Revoluções Industriais, surgiram também as drogas, compostos químicos devastadores para saúde pois causam dependência. Consequentemente, essas drogas destroem famílias e torna passivo ao indivíduo se aconchegar pelas ruas de todo país.

Ademais, segundo a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social, as ruas da cidade de São Paulo são as que mais abrigam moradores, em 2012 eram cerca de 15905 pessoas nas ruas, e esse número tem um percentual de crescimento de 10% ao ano.

Torna evidente, portanto, que há um conjunto de fatores que levam pessoas a morarem nas ruas. No entanto, a fim de minimizar essa problemática o Governo Federal deve criar um projeto social para resgatar esses moradores de rua. Esse projeto deverá oferecer internações gratuitas em clinicas com acompanhamento psicológico, e contar com profissionais da educação na realização de seminários discutindo os malefícios das drogas. Assim será possível reinseri-los na sociedade.