Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 25/10/2018
Com o advento da Revolução Industrial, no século XVIII, intensificou-se o fluxo de grandes massas populares do meio rural para o urbana, em busca de empregos e consequentemente, uma melhoria de vida. Desse modo, com a elevada oferta de mão de obra, alguns cidadãos acabaram em situação de rua. Nesse ínterim, no brasil não é diferente, pois, como alguns não alcançaram esse anseio, essa situação é influenciada por vícios e baixa escolaridade.
Segundo o sociólogo Émile Durkheim o fato social é um grande influenciador do determinismo. Dessa maneira, a busca pela melhoria de vida e de suas famílias, esses sofrem pressão psicológica, assim, alguns buscam amenizar seu sofrimento em vícios. Destarte, segundo o site Brasil Escola, cerca de 36% das pessoas em situação de rua têm problemas com alcoolismo e drogas. Assim, potencializando o abandono familiar e decepção amorosa, encontrando na rua seu novo lar.
Ademais, " A educação é como moeda de ouro. Em toda parte tem valor “. Dessa forma, a frase do padre Antônio Vieira, parece fazer alusão entre a escolaridade e as pessoas em situação de rua, em quem, de acordo com o site Brasil Escolas, 73,8% possuem o ensino fundamental completo, incompleto ou nunca estudaram. Por conseguinte, detém uma menor chance em conseguir trabalho que o retire daquela situação social.
Em suma, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema. Dessarte, o Ministério da Educação, deve investir nas ressocialização e oportunidades de empregos, por intermédio de casas de recuperação e oficinais de trabalho. Outrossim, a mídia - televisão e rádio - , devem promover a desconstrução dessa unicidade lógica de vícios e desenvolver a importância da educação na vida dessa população, por meio de campanhas e instruções - cursos e palestras -, a fim de extirpar essa mazela social.