Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 17/12/2018
Com a criação da Carta Magna em 1988,estabeleceu-se o princípio da isonomia, isto é, igualdade entre todos. Contudo, tal regra é deturpada,uma vez que,as condições de vida dos moradores de rua é insalubre e nefasta no Brasil. Nesse sentido, tal fato se evidencia no preconceito e na carência de programas assistenciais.
Em primeiro plano,é importante ressaltar que os indivíduos que vivem nas ruas sofrem humilhações. Além disso, as principais causas que levam essas pessoas a se encontrarem nessa situação são problemas geralmente relacionados ao desemprego,as drogas e a questões familiares. A obra “Modernidade Líquida” do sociólogo Zigmunt Bauman, discute acerca da fragmentação das relações interpessoais, em que a individualidade se dá em detrimento de valores humanos. Logo, infere-se que a comunidade tem que se mobilizar para resolver essa problemática. Em segundo plano, a carência de programas sociais dificulta a ressocialização dessas pessoas na sociedade brasileira. A obra “Capitães da Areia” de Jorge Amado, retrata um grupo de crianças que viviam nas ruas de Salvador, cujas ficavam submetidas às perversões humanas. Ademais,os moradores de rua são privados das necessidades básicas como a saúde e a educação,assim deveria ter políticas públicas para tirar esses indivíduos dessa situação a qual se encontram.
Portanto, fatos como a discriminação e ausência de programas assistênciais colaboram para a persistência de tal problema. Desse modo,cabe ao Governo Federal em parceria com a mídia promover projetos de inclusão,a fim de diminuir o preconceito e de ressocializar os moradores de rua. Assim, essas pessoas podem ter a chance de um novo recomeço, tendo acesso pleno aos seus direitos.