Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 28/02/2019
Moradores de Rua: gente como a gente?
É comum para um cidadão que vive em grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, encontrar algum morador de rua pedindo dinheiro em semáforos, ou dormindo em frente à lojas fechadas e igrejas, ou recolhendo lixo reciclável, sem uma residência fixa ou uma boa qualidade de vida. Essa é uma situação lamentável, já não são encontradas uma ou duas pessoas nessa situação, mas várias.
Percebe-se que nos últimos anos o número de pessoas que vive nas ruas aumentou. Não se pode, porém, dizer que isso é só devido à crise pela qual o Brasil enfrenta atualmente, já que o grupo dos moradores de rua é bastante heterogêneo. Muitos se encontram nessa situação por motivos como alcoolismo, drogas, perda do emprego, conflitos familiares, quebra de vínculo afetivo.
Atualmente estima-se que ajam 150 mil moradores de rua no Brasil, a maioria deles é homem, pardo e tem entre 26 a 35 anos. Muitos deles vivem de trabalho informal e tem dificuldade em conseguir um emprego digno. Eles não recebem o incentivo necessário ou não tem um bom currículo e, por isso, não conseguem. O pior é o fato de que a muitos deles tem mais medo da guarda civil do que ser chingado ou mal tratado por outras pessoas.
De acordo com o que foi dito, o ministério da cidadania em conjunto com o ministério da mulher, da família e dos direitos humanos deve se utilizar do trabalho com as diferenças para criar projetos que estimulem os moradores de rua a participarem de diversas oportunidades de inclusão social, além de criar campanhas de retorno dos vínculos familiares. Com essas medidas é esperado que essa situação lamentável acabe e que assim, o Brasil se torne um lugar melhor para todos.