Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 27/02/2019

Ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si

Na mitologia grega, Zeus condenou para sempre que Atlas carregasse em seus ombros os céus e nunca mais retomando a sua vida, a partir de então seu nome a ser ``sofredor´´. Tal situação assemelhasse as situações vividas pelos moradores de rua que por motivos como: drogas, desemprego ou até mesmo infortúnios familiares, abandonam suas casas passando a viver nas ruas, consequentemente adquirindo doenças, sofrendo agressões e preconceitos. Contudo sendo inibidos da sociedade.

Segundo dados da IPEA, o número de moradores de rua em São Paulo representou uma alta de 10% em quatro anos, isso devido a pobreza extrema de tais pessoas que são obrigadas a irem paras ruas pela falta de dinheiro por desemprego, gastos com drogas ou problemas familiares. As dificuldades vividas pelos moradores de rua são diversas, uma delas é a exclusão social em que são consideradas `` invisíveis´´ pela sociedade tendo contato somente com aqueles que estão em mesmas condições, além de sofrerem agressões por policiais ou até cidadãos comuns e contraindo problemas de saúde como tuberculose subnutrição.

De acordo com o filosofo Paulo Freire ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, logo, havendo a necessidade de levar o respeito e a tolerância para que tais atos possam ser absorvidos pela sociedade, estabelecendo o respeito aos moradores de rua podendo inseri-los ativamente na sociedade novamente.

Conforme informações supracitadas, mudanças são necessárias para que haja a inserção dos moradores de rua a sociedade, logo, órgãos públicos junto a equipes psiquiatras deveriam analisar cada caso apresentado como drogas, alcoolismo para que possa atender especificamente cada problema obtendo resultados mais rápidos e eficazes.