Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 28/02/2019
A Exclusão Social dos Moradores de Rua
Em São Paulo, segundo o IPEA, estima-se que há 150 mil moradores de rua, sendo um quarto de mulheres e 75% de homens. A rua foi a saída encontrada para alcoólatras, desempregados, viciados e pessoas que sofreram com conflitos em relacionamentos. O número de sem-tetos cresce cada vez mais, e é responsabilidade do governo resgatá-los e incluí-los na sociedade.
Os moradores de rua sentem medo de sofrerem algum tipo de agressão de pessoas com má índole e de outros sem-tetos. Os indivíduos da sociedade têm medo que os moradores de rua façam algo de ruim para com eles. E assim, surge a exclusão social.
Dentre os 150 mil moradores de rua em São Paulo, 30% deles são submetidos a trabalhos desumanos e com carga pesada para conseguir um trocado para um alimento. Os sem-tetos são vistos como animais, quando na verdade, são apenas indivíduos que precisam de ajuda do governo e da sociedade.
Sir Arthur Lewis diz que a educação nunca foi despesa. O governo deveria reeducar os sem-tetos; os dar abrigo e acompanhar suas evoluções em relações a vícios e álcool; os ajudar em suas recaídas e os incluir de volta a sociedade. Os cidadãos, por sua vez, devem mostrar respeito pelos moradores de ruas, sem mostrar nojo ou medo, e sim acolhê-los.