Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 28/02/2019

A desigualdade social é um grande problema que o Brasil enfrenta. Consequência disso, são as milhares de pessoas que vivem na rua, sem alimento e roupas. Já são consideradas mendigos, como são conhecidos popularmente, aproximadamente 16.000 pessoas, que vivem em condições extremas e desumanas.

Os moradores de rua passam despercebidos pela população e governo, muitas vezes sobrevivem de restos de alimento, cobertas e papelões que constituem sua cama em meio às calçadas e algumas ajudas pequenas de organizações, igrejas ou uma minoria da população. Aliás, a sociedade enxergam-os como vagabundos, que não querem trabalhar e estão nas ruas por conta das drogas. O que é extremamente generalizado, já que existem casos de má convivência familiar, e de pobreza, por exemplo, e acaba marginalizando os pedintes.

Além de, serem excluídos socialmente e viverem em condições precárias, eles acabam tendo que lidar com a violência e o preconceito. Assim, tendo que buscar lugares mais seguros para dormir, e ficarem sempre por perto de policiais provando sua inocência. Infelizmente, houve casos de agressão e até morte, quando um homem colocou fogo onde um morador de rua estava dormindo, por conta da ignorância e da ideia de  superioridade que é dada a população com melhores condições socioeconômicas.

O governo deveria ter alternativas para retirada dessas pessoas da rua, dando uma vida digna e com condições básicas para sobrevivência. Ajudando diretamente, as pessoas que estão nessas condições por falta de opção e pobreza. Dando moradia, mesmo que compartilhada, uma renda básica para conseguir se alimentar e criar um programa que consiga gerar empregos para esses moradores. Em relação, a grande parte que se “instala” por conta do uso de entorpecentes, deveriam ser acolhidos por casa de recuperação e ter acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais do governo.