Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 13/05/2019
Nas cidades grandes, a hora mais esperada pelos trabalhadores, é a hora de bater o ponto, e terminar mais um dia de trabalho, mas nem para todos, pois para os moradores de rua, é quando o trabalho começa, na busca do que comer, e de onde dormir. E esta é uma triste realidade, mostrada por diversos censos e pesquisas, dos mais variados institutos e secretarias.
Segundo o censo da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social, em 2011, o Brasil possuía aproximadamente 100 mil moradores de rua, sendo que 15.905 estavam em São Paulo, passando por solidão, fome e frio, sem falar no preconceito, que ocorre pelo estereótipo de que todo o morador de rua está nessa situação porque é viciado em drogas ou bebida alcoólica, mas segundo uma pesquisa realizada pela revista Istoé, razões como desemprego e problemas familiares, atingem quase o mesmo percentual de pessoas.
Portanto, após a apresentação destes dados, pode-se concluir que além da construção de mais albergues, uma vez que o número existente ainda não supriu a demanda, é necessário dar assistência para a reintegração destes moradores de rua na sociedade, pois mesmo que as drogas não os tenham levado a morar nas ruas, elas podem impedi-los de serem retirados de lá , visto que o vício pode levá-los a cometer diversos delitos.
E para isso ocorrer, basta que os recursos que chegam até as Secretarias de Assistência Social, sejam bem administrados e utilizados, sem contar o fato de que existem várias Igrejas no Brasil, que realizam desde projetos sociais dentro de presídios, á construção de albergues, como foi na cidade de Viamão-RS, onde uma igreja de Porto Alegre fez uma parceria com a Prefeitura, para construção do albergue e contratação de monitores.