Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 16/06/2019

O desenvolvimento social é definido pelo dicionário como: “desenvolvimento social consiste na evolução na evolução dos componentes da sociedade e na maneira com que eles se relacionam”, ou seja, é a evolução da educação social, onde isto engloba os mais simples costumes como jogar lixo no chão, ou até mesmo grandes problemas sociais como os moradores de rua, que por muitas vezes são excluídos da sociedade brasileira atual.

Os moradores de rua (ou popularmente conhecidos como mendigos) é definido pelo dicionário como: “indivíduo que possui extrema carência material”, ou seja, é o ser humano que não possui quase nenhum bem material, ou até mesmo onde morar. Pesquisas do Ipea mostram que no ano de 2015 estimasse que o Brasil tenha cento e um mil abitantes morando na rua, um número que tem se intensificado com o aumento do desemprego e da inflação.

Uma das principais causas do número de moradores de rua é o consumo de drogas e bebidas alcoólicas, tendo um aumento de 2,6% no consumo de maconha, porém tendo uma diminuição de 11% no consumo de bebidas alcoólicas como mostra o relatório do CISA, estes dados mostram como o aumento da quantidade de usuários está diretamente ligado ao aumento no número de moradores de ruas no Brasil, sendo mais que um simples problema saúde, mas sim social.

Além das dificuldades diárias que um morador de rua passa e, na maioria dos casos, o vício excessivo em drogas, esse tipo de pessoa leva uma exclusão social, sendo muitas vezes ignorado ou até mesmo descriminado por sua classe social, e em muitos casos sendo estereotipados como na seguinte frase: “não da dinheiro para ele meu filho, ele usará para comprar drogas”.

Uma das maneiras de consertar a situação social social atual é um projeto de ressocialização dos indivíduos, onde no primeiro momento passariam por uma desintoxicação, caso for usuário de algum tipo de droga, seguido por uma escola técnica onde conseguiriam desenvolver o conhecimento para voltar para o mercado de trabalho, morando em uma pequena casa que poderia ser desenvolvida com uma impressora 3D, tendo como grande arquiteto de todo o projeto a cooperação entre público e privado.