Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 27/08/2019

A construção do ser social,feita em boa parte pela educação,é a assimilação de uma série de normas e princípios – sejam morais,éticos ou de comportamento.O pensamento do sociólogo Emile Durkheim nos permite refletir sobre o aumento de moradores de rua na contemporaneidade,problemática que relaciona-se diretamente com a crise econômica que atinge o país.Sobre esse aspecto,convém analisarmos não apenas suas causas e conseqüências,más também propor uma solução condizente.

A princípio,é importante pontuar que o principal dilema dessa questão é a grande densidade de desempregados. Isso se evidência ,pois de acordo com uma pesquisa ministrada pela folha de São Paulo, mostra que em média cada família tem uma ou menos pessoa empregada , o que acaba amplificando a pressão psicológica nesses indivíduos.Infelizmente,dessa forma,podem se sentir pressionados e buscar meios ilícitos de obter dinheiro.

Outrossim,simultâneo ao exposto anteriormente,outra grave dificuldade é a exclusão social, pois temos uma sociedade preconceituosa que acaba tratando os moradores de rua com inferioridade.Alem disso, essas pessoas não possuem na maioria das vezes atendimento médico adequado. Portanto,haja vista em que vivemos em um país democrático,onde elegemos nossos representantes,torna-se inadmissível o governo não implantar políticas públicas para os sem teto.

Em suma, após análise do contexto observa-se a necessidade de uma postura interventora e coercitiva por parte da Instituições formadoras de opinião,assim como prega o Positivismo,corrente defendida por Durkheim na sua época. O Ministério da Saúde por intermédio das cidades criar centros médicos destinado aos indivíduos que vivem na rua.Nesse sentido,médicos atuariam em prol de atender e melhorar a qualidade de vida dos que mais precisam. Espera-se com isso , um país mais justo e igualitário.