Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 06/09/2019
Conforme a Constituição Federal de 1988, todo ser humano é igual perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Ademais, não é o que vemos nas ruas brasileiras. Moradores de rua excluídos socialmente por grande parte da população. Nessa esteira, nota-se que a população em situação de rua é um grave problema no país, devido, não só ao uso de álcool e drogas, mas também aos laços familiares fragilizados e a crise socioeconômica. Logo, ações são necessárias para resolver esse revés.
Convém ressaltar, a princípio, que o consumo de álcool e drogas são fatores determinantes para a permanência da problemática. De acordo com o IPEA(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), mais de 110 mil pessoas estão morando na rua. Dentro desse número, 35% são viciados em álcool e drogas. Portanto, por diversos fatores pessoais, esse grupo vulnerável desconta no uso de bebidas e entorpecentes.
Todavia, os vínculos familiares fragilizados e a crise socioeconômica são aspectos definitivos para a persistência da questão. Segundo o site Politize, 29,18% estão nas ruas por conta do desemprego e 29% por conflitos familiares. A origem da crise, consequentemente, gera o desemprego e algumas pessoas não conseguem suprir os gastos necessários. Ademais, por várias razões, o sujeito toma a decisão de viver na rua por conta própria, pois acham que viver na rua é melhor do que em casa.
Diante dos fatos supracitados, faz-se necessário que ações sejam tomadas para resolver o impasse. É necessário que o Ministério dos Direitos Humanos, em parceria com o Ministério da Educação, ministre palestras para abordar o direito dos cidadãos de rua e informar as diversas dificuldades que passam diariamente, através de trabalhos voluntários e assistenciais, com o intuito de reinserir-los na sociedade. Ação feita no presente é capaz de mudar o futuro de toda nação brasileira.