Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 24/10/2019
Atualmente, observa-se que o número de moradores de ruas estão cada vez maior, o que pode ser compreendido por diversos fatores, tais como, vícios (álcool e drogas), problemas familiares, desemprego, crescimento populacional, estratégia econômica nacional, dentre outros. De fato , com o crescimento populacional exacerbado, tal como o capitalismo, o país se torna um ambiente vulneral para pessoas com baixa renda, se tornando indubitável a percepção da exclusão social baseada em classes sociais. Partindo do pressuposto capitalista, sabe-se que é meramente compreendido por economistas como o melhor regime vigente para a economia nacional. Entretanto, a forma que o mesmo é regido no país, permite-se que o capital circule em mãos de poucos, enquanto a maioria da população brasileira se encontra em situações precárias.
Em acordo, pode-se citar como complementação, o avanço tecnológico, uma vez que, empresas em busca de maiores lucros, usam desses recursos para o aprimoramento de técnicas, diminuindo cada vez mais o número de empregados, o que se torna o desemprego evidente. Além disso, devem ser citados também a falta de infraestrutura no país e em conjunto a carência de apoio emocional para com os dependentes químicos e fragilizados emocionalmente, o que leva mais uma vez a questão da educação, uma educação sólida, onde é ensinado e aprendido como tratar e respeitar pessoas, como lidar com problemas sociais diversos. Um país com uma formação intelectual, é uma nação rica. Como já dizia Emanuel Kant, “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”.
Com tudo, pode-se afirmar, morados de ruas são humanos, e os mesmos precisam de empatia, mais por parte das políticas publicas mas também da sociedade em geral. Quando se vive na rua a autoestima é elevada ao nível mais baixo e compaixão é necessário para com que essas pessoas tenham disposição para lutar. De forma parcial, é de responsabilidade do Estado para com a nação, garantir emprego, moradia, alimentação e saúde, através de melhores politicas, tal como repensar a forma como é tratada a economia nacional, onde o país é compreendido como rico de forma geral, mas individualmente é assustador o número de pessoas que vivem em situações lamentáveis.
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