Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 28/10/2019

A partir do século XIX os problemas sociais já vinham sendo observados, no caso do sociólogo Auguste Conte, que nesse período começou a catalogar os problemas sociais da época. Neste contexto, foi notória a falta de escolaridade e a extrema pobreza presentes nessa sociedade. Logo, pode-se notar que a falta de escolaridade básica contribui significativamente no preconceito sofrido por esse grupo, que gera uma invisibilidade social.

Em primeiro lugar, de acordo com o presidente da AGU Advocacia Geral da União, cerca de 70% do dinheiro desviado por corruptores advém da educação e saúde, isso remete a escolas publicas e hospitais em estado precário que trás prejuízos a população. Por conseguinte, gera problemas na formação por direito de todos os cidadãos que poderiam se tornar contribuintes da sociedade.

Ademais,desde a primeira metade do século XVI a escravidão deu inicio no Brasil. Assim como, ao classificar os indivíduos, o preconceito relativa também aos direitos à cidadania. Desta forma, o preconceito é gerado e a exclusão social só cresce, diminuindo as oportunidades de tais sujeitos oprimidos a “trocar de vida”.

De acordo com, Jean Piaget, “os fenômenos humanos são biológicos em suas raízes, sociais em seus fins e mentais em seus meios”. Sendo assim, sociedade deve fazer trabalho voluntariado ajudando aos moradores de rua para que melhore a situação de populações em risco. Também, o governo deve impor leis com punições graves para que aumente a sensação de justiça, estimulando a finalização da corrupção no Brasil.