Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 28/10/2019

A Revolução Industrial, do século XVIII, iniciou o processo de industrialização e, promoveu o surgimento e  desenvolvimento das cidades. Com o advento industrial, surgiu a necessidades da população buscar o aperfeiçoamento dos conhecimentos. Aqueles que não possuem alto grau de escolaridade, tornam-se susceptíveis a perderem a colocação no mercado de trabalho e, quando perdem a ocupação profissional, tornam-se marginalizados, e a rua passa a ser moradia. Outro ponto que aumenta o número de moradores de rua é o consumo excessivo de drogas, esse vício, na maioria das vezes, leva o usuário a perder sua família e seu emprego, encontrando  refúgio em via pública.

Em primeiro plano, os moradores de rua, em sua maioria, possuem escolaridade inferior ao ensino médio completo. Isso já os impede de pleitear uma vaga de trabalho. Entre os fatorem que mais influenciam a falta de oportunidade está o de cunho social, moradores de rua são descriminalizados pela condição em que estão. Impede-se assim, o aparecimento de oportunidades, sejam elas de emprego, ou inclusão social.

Paralelo a isso, encontra-se a população de rua que está em situação de abandono devido a dependência química. Os moradores de rua convivem diariamente com a violência e a facilidade em conseguir substâncias entorpecentes. Dessa forma, a situação de morar na rua que poderia ser temporária torna-se permanente.

Diante dessa problemática, consta-se que o Governo Federal aliado as autoridades competentes das cidades devem promover ações diárias na busca de incluir os moradores de rua na sociedade. Com ajuda da mídia deve-se de divulgar as ações a serem realizadas visando engajamento da população e do setor privado. Através da criação de cursos de capacitação gratuitos, aumento do número de albergues e programas que visem recuperar dependentes químicos será possível mudar o atual cenários dos centros urbanos.