Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 15/03/2020

No que se refere aos moradores de rua na sociedade é um problema não só local, mas global. Dentre outros fatores, há um distúrbio de cidadania e um sistema de administração pública precária, a qual se vê impossibilitada de reprimir esse transtorno.

Embora, essas pessoas não tem um teto para morar, se abrigam em lugares abandonados, aglomerando-se com outros cidadãos, porém ocasionam-se um grave problema de cidadania. Diante disto, um levantamento realizado pela equipe do projeto Meio-Fio Médicos Sem Fronteiras, em 2019 na cidade de Campo Grande, capital do Estado de Mato Grosso do Sul, constatou que cera de 300 mendigos, 1% não trabalha (usuários de entorpecentes), 2,5% já praticou roubos e furtos e a maioria deles, cerca de 60% trabalha com materiais recicláveis (catando latinhas e papelões para vender em centros de reciclagem para ganhar um dinheiro), o restante 36,5% fazem bicos como: pequenas mudanças (fretes), lavam carros em lava-jatos e são vendedores ambulantes em semáforos, vendendo: água, doces e biscoitos.

Ademais, destaca-se o enfraquecimento da administração pública no que concerne a esses residentes de vias públicas, pois não existe investimento necessário para reabilitação para esses domiciliados na sociedade. De acordo com o relatório atual da Organização Interna Nacional Oxfam, o Brasil está no 9º lugar do ranking global de desigualdade do planeta.

Sendo assim, percebe-se a ineficácia da logística do mundo todo no que diz respeito esses habitantes. É necessário uma diretoria que permitem maiores investimentos na cidadania e criação de projetos de intervenção. Ademais, são indispensáveis a elaboração de (ONGs - Organização não governamentais), lugares de reabilitação e novas tendências para readaptação para indivíduos e novas oportunidades de inserção no mercado de trabalho.