Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 16/03/2020

Em ‘Todo mundo odeia o Chris’, o morador de rua ‘Golpe baixo’ é caracterizado pelas falas icônicas e engraçadas dentro do seriado. Contudo, a situação deles é deplorável, ficando à mercê da violência urbana, vícios e problemas mentais.

Segundo o Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada, mais de 100 mil pessoas foram classificadas como moradores de rua. O mesmo instituo verificou que 1/3 estão ali por problemas relacionado a família, desemprego e drogas, fazendo-os imergir dentro dessa classe marginalizada.

Dentro dela, o abuso constante de drogas é presente, criando-se gatilhos para doenças mentais e favorecendo surtos psicóticos, como o ocorrido em 2019, onde um morador de rua de Lagoas-RJ, o qual desferiu golpes em 3 pessoas, levando duas à morte, segundo o Jornal Nacional.

Além disso, os mesmos também estão à mercê da violência contra eles, advento da fomentação do ódio contra os mesmos. Um exemplo foi o caso também em 2020, em Tatuapé, um homem ateou fogo em um morador de rua, levando-o à morte.

Entenda-se, nessa perspectiva, que é necessário medidas profiláticas para situações semelhantes. Em parceria com o governo federal, A Secretaria Nacional de Assistência Nacional deve criar um programa de ressocialização para os desabrigados, oferecendo assistência médica para o tratamento de vícios e distúrbios.

Ademais, o BNE em parceria também com o governo federal, deverá criar um curso de capitação trabalhista, onde eles serão avaliados e treinados para realocá-los dentro do mercado de trabalho, a fim de evitar a permanência desse problema social.