Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 08/06/2020

A partir do avanço no  capitalismo, a situação econômica e social de muitas pessoas  foi alterada. Segundo dados da Fundação de Pesquisas Econômicas, em São Paulo 15.905 pessoas vivem nas ruas e esse número mostra de forma clara como o capitalismo vem afetando o processo de exclusão social que vem crescendo cada vez mais no Brasil. Isso se mantém devido a falta de assistência governamental.

É coerente que, a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas principais do problema. De acordo com o filósofo Aristóteles, a política deve ser utilizada  por meio da justiça para que o equilíbrio seja  alcançado. Podemos  ver que  o Governo acaba com essa harmonia  embora a moradia, a alimentação e a saúde sejam direitos básicos garantidos pela Constituição, para os moradores de rua eles lhes são negados. Desse modo, mostra a importância da atuação do Estado como forma de combate a esse problema.

Além do mais é destacado a alienação da população frente a essa questão como um dos efeitos para aumentar essa exclusão social já que muitas pessoas tem um modo de pensar parecidos. Em base nessa linha de pensamento, nota-se que, a questão dos moradores de rua já se tornou cotidiana e grande parte dos cidadãos já se habituou a ela, tornando a ação de passar por esses moradores e nem sequer notá-los, um senso comum.

Entretanto a situação dos moradores de rua no país vem agravando-se. Para solucionar o problema, é necessário que o Governo Federal e a Secretaria Nacional de Assistência Social criem programas que promovam a reinserção do indivíduo na sociedade através  de ações que garantam a moradia, alimentação, saúde, higiene e a proteção para eles, além de aplicar campanhas de abrangência nacional junto as emissoras e as redes sociais, que divulguem a situação dessas pessoas e motivem a ajuda ao próximo, incentivando o sendo de coletividade.