Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 20/08/2020
Como postulado por Émile Durkheim, a sociedade funciona como um corpo biológico, que para ser justo e igualitário, depende das parte que o compõe. Nessa perspectiva, observa-se uma falha no funcionamento do corpo social Brasileiro, visto que os moradores de rua, acabam sendo esquecidos pela sociedade. Como efeito disso, eles sofrem com a exclusão social e violência.
Em primeiro lugar, a uma falta de criação de programas sociais. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população. Já relacionando o pensamento do autor com o Brasil, percebe-se uma deficiência por parte do Governo, na criação de programas sociais, o que consequentemente acabam sendo vitimas do capitalismo atual, no qual quem tem dinheiro e moradia, acaba sendo melhor do que o próximo, gerando assim uma exclusão social.
Ademais, medidas mais rígidas devem ser tomadas para ao combate a desordem. Segundo, Constituição Federal de 1988, é dever do Estado garantir o acesso à saúde e a segurança. Contudo, essa lei funciona apenas na teoria. Diariamente moradores de rua sofrem violência, por parte de pessoas pessoas preconceituosas, o qual na maioria das vezes são pegos de surpresas, e o agressor ficam impune. De acordo com o www.agazeta.com.br, o numero de ataques a pessoas que moram na rua, entre 2015 e 2017 foi de 17.386.
Em suma. está claro que a situação das pessoas que moram nas ruas do Brasil encontra-se em descaso. Portanto, é imprescindível o auxílio do Ministério de Desenvolvimento Social, principal competência que rege os investimentos nesse setor, no fornecimento de moradias, por meio de alojamentos gratuitos, afim de fornecer abrigo, segurança e suporte para que eles possam recomeçar suas vidas.além disso, é importante a mudança de olhar da população sobre essas pessoas para que esses, lutam contra inúmeros desafios de uma vida mais digna, encontre esse amparo e acolhimento.