Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 24/11/2020
A história “Mito da hospitalidade” narra sobre Zeus e seu filho que decidem testar a hospitalidade dos mortais. À vista disso, ao longo da narrativa eles são desprezados por mil famílias sendo que apenas uma aceita abrigá-los. Da mesma maneira, em questão social aos moradores de rua no Brasil, a população rejeita àqueles em situação de rua. Assim, é necessário destacar a falta de políticas públicas que causam a invisibilidade desse grupo vulnerável e também entender os motivos que os levam irem morar na rua.
Primeiramente, nota-se a falta de políticas públicas para combater esse grave problema, devido que a assistência social não é a única responsável, mas são assuntos que também abrangem a saúde, educação, trabalho e segurança pública. Esse comportamento de invisibilidade é comprovado quando essa classe é despercebida em bairros pobres, mas são notáveis quando dormem em grandes avenidas ou em frente de apartamentos luxuosos. Desse modo, percebe-se que são invisíveis em relação aos seus direitos. Como consequência, se sentem incomodados a pedirem ajuda.
Outrossim, é importante ressaltar os motivos que levam indivíduo a sair de sua casa. Isso decorre muitas vezes em razão ao uso de drogas ou de conflitos familiares. Ademais, com o vício por substâncias alucinógenas e sem o apoio da família só restam se abrigarem em calçadas ou passarelas. De acordo com a pesquisa feita pelo site Brasil Escola 36% dessas pessoas estão nas ruas por consumo excessivo de drogas ou álcool. Desarte, é necessário um suporte que os auxiliam em suas dependências.
Portanto, diante dos aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação. O Ministério da Cidadania deve, por meio de criação de protocolos inserir essas pessoas no meio de trabalho, para que eles possuem um meio de renda com intuito de melhorarem de vida e também garantir a eles acompanhamento médico e psicológico. Dessa forma, será possível garantir amparo aos moradores de rua. Só então seremos uma sociedade justa e igualitária.