Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 13/01/2021

No limiar da contemporaneidade, a questão dos moradores de rua e  a garantia da cidadania configura um desafio que o Brasil foi convidado a combater, planejar e superar. Na esteira desse processo, a falta de trabalho e renda funciona como problema principal. Além disso,  os desastres geográficos funciona como mola propulsora para o aumento de pessoas que vivem em situação de rua.

Em primeira análise, é válido destacar que a falta de trabalho e renda funciona como uma das principais causas do problema. Tal verdade é ratificada nos dados divulgados pelo IBGE, os quais apontam que no segundo semestre do ano de 2020, o número de desempregados chegou a 12,7 milhões de pessoas. Desse modo, observa-se que a questão dos moradores de rua tem sido tratada como uma espécie de ‘‘miopia ideológica’ pelo país.

Em segunda análise, vale ressaltar também, que os desastres geográficos funcionam como mola propulsora para o agravamento desse problema. Sob esse viés, o rompimento das barragens de Brumadinho e Mariana no estado de Minas Gerais, são exemplos de desastres geográficos que resultou em centenas de desabrigados. Logo, os desastres geográficos é uma questão importante que precisa ser tratada com seriedade e responsabilidade por parte dos governantes.

Como apregoa o cientista Albert Einstein a questão não é somente ‘’encontrar a luz’’, mas reconstruir-se depois de alcançá-la. Transcendendo dessa realidade científica para os dias atuais, é imperativo criar um plano de ação que vise diminuir a incidência de moradores de rua. Para tanto, cabe ao Governo em parceria com o Ministério do Trabalho, adotar medidas que gerem oferta de emprego, através de incentivos fiscais e incentivo a abertura de novos micro empreendimentos, com o intuito de aumentar a oferta de emprego, fazendo com o que menos pessoas tenham que se submeter a situação de rua por falta de emprego e renda.