Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 14/01/2021
No limiar da contemporaneidade, a questão dos moradores de rua e garantia da cidadania configura um desafio que o Brasil foi convidado a planejar e superar. Na esteira desse processo, a falta de trabalho e renda funcionam como problema principal. Além disso, os desastres geográficos funcionam como mola propulsora para o aumento de pessoas que vivem em situação de rua.
Em primeira análise, é válido destacar que a falta de trabalho e renda funcionam como uma das principais causas do problema. Tal verdade é ratificada, nos dados divulgados pelo IBGE, os quais apontam que, no segundo semestre do ano de 2020, o número de desempregados chegou a 12,7 milhões. Desse modo, observa-se que a questão dos moradores de rua tem sido tratada como uma espécie de ‘‘miopia ideológica’ pelo país.
Em segunda análise, vale ressaltar que os desastres geográficos funcionam como mola propulsora para o agravamento desse problema. Sob esse viés, o rompimento das barragens de Brumadinho e Mariana no estado de Minas Gerais são exemplos de desastres geográficos que resultou em centenas de desabrigados. Logo, os desastres geográficos têm grande contribuição para o aumento dos números de moradores de rua, portanto, precisa ser tratada com seriedade e responsabilidade por parte dos governantes.
Como apregoa o cientista Albert Einstein a questão não é somente ‘’encontrar a luz’’, mas reconstruir-se depois de alcançá-la. Transcendendo dessa realidade científica para os dias atuais, é imperativo criar um plano de ação que vise diminuir a incidência de moradores de rua. Para tanto, cabe ao Governo, em parceria com o Ministério do Trabalho, deve adotar medidas que gerem oferta de emprego, por meio de incentivos fiscais e incentivo à abertura de novos empreendedores, com o intuito de aumentar a oferta de emprego, fazendo com o que menos pessoas tenham que se submeter a situação de rua por falta de emprego e renda.