Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 21/05/2021

A população em situação de rua é a minoria, pois é negada uma série de direitos básicos como uma moradia, alimentação, segurança e dignidade. De acordo com o IPEA, a população em situação de rua cresceu 140% a partir de 2012, chegando a quase 222 mil brasileiros em março de 2020, e tende a aumentar com a crise econômica acentuada pela Pandemia da Covid-19.

Portanto, de acordo com a Constituição Brasileira no Art.5 “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País, a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade ”, mas apresentado ao que convivemos a população em situação de rua não lhe reconhecida a dignidade e a igualdade. Em teoria no decreto 7053 de 2009, o governo se responsabilizaria por garantir moradia, alimentação e segurança para essa população e caminhamento deles para abrigos e assistência social, no entanto é obrigação do Estado concretizar esse programa e observamos uma certa negligência quando falamos desse assunto.

Sem dúvida a crise socioeconômica aumentou uma taxa de taxa de taxa de base e os dados não tem com mais se manter e sobreviverem diante das novas necessidades. Além disso, observamos que com o empobrecimento do Estado, o fato de vários Estados do País não terem verba suficiente, as estruturas de assistência social aos moradores de rua tem se desfeito, nesse sentido os abrigos, o acolhimento e até mesmo os atendimentos psiquiátricos dos que precisa tem piorado e assim aumentar a população. Essa visibilidade aumenta os quadros de doenças mentais e sofrimentos psicológicos, temos também o preconceito atingido a esses obrigados e que podem gerar violência verbal, violência patrimonial e os assassinos moradores de rua.

Em virtude dos fatos imputados é necessário que se façam campanhas midiáticas em que sejam os direitos da população sem como hipóteses de rua e o incentivo aos trabalhos voluntários e a equipe há requisitos, além disso preciso criar uma rede nacional de acolhimento. Por fim, os atendimentos das ONGs, de atendimento a essa população, oferecerem apoio político, jurídico, social e profissional, tentando reinserir esses requisitos nas suas famílias e no mercado de trabalho.