Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 08/08/2021

Em 1808, houve a chegada da Família Real no Rio de Janeiro, com isso, a população carente foi expulsa do centro da cidade, dessa forma, muitas pessoas ficaram sem moradia digna. Logo, essa situação é ainda comum no Brasil, o que faz as vítimas desse problema enfrentarem diversos impasses.

De início, é importante ressaltar que existem seres humanos que não têm residência. Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, cerca de 50 milhões de brasileiros vivem na linha da pobreza. Dessa maneira, esses indivíduos não possuem uma renda salarial que consiga suprir com os gastos de uma casa. Assim, essas pessoas moram em calçadas e lugares abandonados. Desse modo, essa adversidade prejudica a vida desses seres humanos de diversas formas.

Em virtude dos fatos mencionados, a falta de um domicílio íntegro traz muitos desafios para as vítimas dessa situação, por exemplo, estão expostos à doenças, passam fome e frio. De acordo com um episódio de Greys Anatomy, uma personagem vive um drama de estar com uma infecção, que precisa ser cuidada para melhorar, entretanto, ele não possui nem um lar para viver, dessa maneira, não consegue tratar com higiene a ferida. Dessarte, esses seres humanos não têm escolhas e perspectivas de vida, em razão de não possuírem um domicílio eminente, onde existe limpeza, conforto e afeto, que são necessidades básicas para ter uma experiência de qualidade.

Portanto, medidas devem ser tomadas para amenizar esses problemas. Em vista disso, cabe ao Ministério da Cidadania e da Saúde, órgãos responsáveis pelas áreas, fazerem projetos para as pessoas que não têm moradia digna, por meio da reforma de locais públicos abandonados, que serão abrigos para esses seres humanos dormirem, alimentarem-se e terem cuidados médicos, a fim de que haja uma diminuição de indivíduos que vivem essa situação e os impasses dela.