Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 18/08/2021

A Organização das Nações Unidas concede ao indivíduo o direito de moradia, condição a qual infelizmente, alguns sujeitos foram privados de conquistarem. Nessa perspectiva, moradores de rua são esquecidos e ignorados por criaturas que detêm de tal benefício, fator que não deve ser motivo de exclusão, visto que uma sociedade deve manter-se unida pelo poder coercitivo. Com isso, a humanidade deve se juntar à causa e buscar meios para solucionar esse empecilho com a ajuda das autoridades governamentais e estaduais.

Em primeira analise, Émile Durkheim descreve que o sentimento de união e solidariedade de uma comunidade é estabelecida por um fator em comum a todos, o qual, nesse contexto, é a raça humana. Face ao exposto, são inúmeras as causas que levam um cidadão a se abrigar em locais públicos, tais como brigas familiares, problemas financeiros e abuso de substâncias. Exemplo disso, é o personagem da série de comédia “Todo Mundo Odeia Chris”, o qual vive em uma esquina de um subúrbio após perder o emprego e não ter mais condições de arcar com as despesas relacionados a uma habitação. Dessa forma, fica evidente como os altos cultos de alojamentos  podem acarretar com esse cenário.

Além disso, outro problema veiculado a essa narrativa é a ignorância de sujeitos que, ao circular por centros urbanos, fingem não enxergar o quadro de pobreza e desabrigo, levando esses a não aderirem ao combate deixando de realizar por exemplo, doação de esmola. Diante disso, a bom ato citada auxilia o recebedor a adquirir suprimentos, como alimentos e produtos de higiene pessoal como absorventes, os quais, infelizmente, não são acessíveis no mercado. Exemplo disso, é a atuação da empresa Always, a qual a partir da compra do produto citado, doa o mesmo para mulheres que vivem nessa triste condição, evidenciando como empresas privadas podem auxiliar nessa mudança.

Dessa forma, torna se possível concluir como uma medida coletiva pode proporcionar uma alteração na condição de vida dessa massa. Para isso, o Ministério da Saúde deve buscar ONGs e instituições privativas, para que juntos realizem uma ação social que faça doações a esses seres, sejam essas financeiras ou alimentícias. Tal medida, será feita a partir de doações anônimas, de pessoas e de companhias que queiram aderir à causa, as quais serão feitas em pontos de coleta criados pelos executores em cada centro selecionado. Além disso, os outros dois agentes deverão conduzir a atividade em todas as capitais, de modo que ambos a cada 15 dias retornem às cidades selecionadas para entregarem as arrecadações. Assim, é possível combater essa importuna situação à medida que a sociedade se junte, da mesma forma que o sociólogo citado descreve a tal como um organismo vivo dependente de todos os presentes.