Moradores de rua no Brasil: uma questão social
Enviada em 15/04/2023
No livro “O Capital”, o filósofo Karl Marx afirma que a acumulação privada da riqueza produzida na sociedade capitalista faz com que muitos não tenham intens básicos para garantir a qualidade de vida, por exemplo, moradia. Sob esse viés, no território brasileiro, uma parcela significativa dos indivíduos vive nas ruas. Devido ao fato desse infortúnio ser um fator agravante da disparidade social, é indubitável elaborar medidas efeicazes para resolvê-lo. Todavia, o aumento do preço das residências e o desemprego dificultam o processo.
À priore, em consonância com uma matéria publicada no site “Isto é”, em 2013, os aluguéis na cidade do Rido de Janeiro tiveram uma alta de 200%.Certamente, isso dificuta que a população mais pobre consiga alugar uma casa e, consequentemente, uma parcela considerável dessas pessoas começa a viver nas ruas. Decerto, esse infortúnio configura-se numa violação constiticional , visto que a Carta Magna decreta que todos têm direito à residência.
Em segunda análise, de acordo com um gráfico divulgado pelo site “Brasil Escola”, 30% das pessoas que moram nas ruas não possui emprego. Sem dúvida, o desemprego é uma questão de saúde pública, pois, a pauperização que esses indivíduos são submetidos faz com que eles tenham condições precárias de saneamento básico e, em decorrência desse fato, esse grupo torna-se mais suscetível a contrair doenças, exemplificativamente, a malária.
Logo, é fundamental resolver a questão das pessoas que habitam as ruas. Para isso, cabe ao Governo Federal tornar as moradias mais acessíveis. A realização desse ato é viável por intermédio da criação de mais programas para democratizar renda e, também, da iniciação de obras públicas, porque, dessa forma, será possível criar empregos. Com certeza, isso fará com que a falta de recursos não seja um fator privativo ao usufruto das relações do indivído com o meio social, conforme proposto pelo economista Amartya Sen.