Moradores de rua no Brasil: uma questão social

Enviada em 06/06/2024

No século XVIII, na França, a insatisfação social dos cidadãos, enraizada pela extrema desigualdade financeira da época, resultou na Revolução Francesa. Infelizmente, o Brasil atual procede na direção deste cenário a respeito do alto índice crescente de moradores de rua. Por isso, é importante destacar como a exacerbada desigualdade social e negligência estatal refletem na permanência deste paradigma.

Em princípio, é essencial destacar como a desigualdade social assiste a peranência do problema pois, o principal enredo que leva o cidadão a esta situação é a falta de oportunidade. Entretanto, cidadãos sem condições monetárias não são mais vistos como pessoas por muitos, até porque são rejeitados pelo próprio Estado. Como exemplo, temos aumentos no percentual de pessoas desabrigadas, tendo em vista que, em 2011, havia 14.478 moradores de rua somente na capital paulista, segundo pesquisa do Fipe.

Paralelamente como na obra “O Cidadão de Papel”, do autor Gilberto Dimenstein, que relata a invisibilidade dos direitos dos cidadãos, os moradores de rua passam pelo mesmo cenário. Isso acontece porque, o Estado negligencia estas pessoas além de não prestar ajuda para estas. Dessa forma, é necessário obliterar estes desafios.

Em síntese, urge a busca por métodos que amenizem esta problematica. Portanto, com a cooperação do Ministério da Saúde, e Ministério da Fazenda devem ser feitas intalações de ajuda a moradores de rua. Com isso, haverá envio de profissionais capacitados e intigação à ajuda populacional, por meio de doações, a fim de reinstaurar estes civis à sociedade. Só então a realidade brasileira distanciaria-se da realidade francesa antepassada.