Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.
Enviada em 02/09/2019
Antigamente cuidar da vida alheia era coisas de vizinhos. Na contemporaneidade, essa prática não é comum apenas entre vizinhos, e sim para com todos principalmente em países mais desenvolvidos os quais o discurso de segurança lidera. Logo esta nova forma de vigilância precisa ser interrompida por mais que ajude em alguns aspectos, pois ela priva a sociedade de sua liberdade e privacidade.
Primeiramente, é preciso lembrar que ser vigiado tornou-se cada vez mais comum uma vez que a sua justificativa séria para a segurança e outros de prevenção contra invasões. No contexto de guerra fria as formas de observação tinham como preceitos os combates ideológicos. Nos dias atuais grandes potências como os EUA acham que tem o direito de vigiar tudo e todos. Como mostra os documentos vazados pelo site Wikileaks em 2010. Nesses documentos é possível ver o grandes intervenções realizadas e que ainda iriam acontecer.
Outro fato importante, é que lugares do mundo vem implementando o sistema de controle sobre a vida dos seus cidadãos. Um sistema controlador pode ser atribuído à realitys shows como Big Brother ou até mesmo a um filme: Jogos Vorazes em que o Estado seria os técnicos que controlam o campo de jogo, e os jogadores a sociedade. Já que estes são monitorados e manipulados o tempo todo. Sem liberdade e controle de suas vidas.
Logo, é evidente que ser controlado não é uma prática para segurança e sim de manipulação. Sendo assim veículos midiáticos como a TV, jornais, revistas até mesmo comunidades nas redes sociais deveriam explanar o assunto visando expor a situação e quão perigosa ela pode ser para que assim as pessoas tomem consciência de que os discursos de proteção não são completamente verdadeiros, e deste modo a sociedade cobre atitudes do Estado para respeitar a privacidade de cada um.