Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.

Enviada em 10/09/2019

Privacidade, sim!

Observando o atual cenário mundial é fácil constatar a priori, de que uma humanidade sem tecnologia é inexistente, tal premissa se deve a grande necessidade do ser humano de ter atributos tecnológicos de sua rotina, tornando-se dependentes.

Apesar da tecnologia ter diminuído distâncias, promovido conhecimento e de forma generalizada ter facilitado a vida, ela também trouxe inúmeros conflitos, tornou o termo privacidade absoleto e ajudou a divulgar inúmeras notícias falsas. Em vista disso, podemos citar as eleições dos Estados Unidos em 2016, na qual Donald Trump foi acusado junto com outros políticos de contratar os serviços a empresa Cambridge Analytica para obter de forma ilegal dados de eleitores e usuários da rede social Facebook, com o intuito de persuadi-los  através de publicações.

Conforme o exemplo que foi supracitado existem inúmeros políticos e empresas que hackeiam informações das pessoas para usar em prol de seus interesses pessoais, ou seja utilizam da internet para manipular e controlar a pessoas, sem que muitas dessas nem percebam que estejam sendo forçadas a seguir uma linha de raciocínio que terceiros  desejam.

Conclui-se que com a chegada recente da internet na vida das pessoas é de grande importância  qe os orgãos públicos de cada país responsável pela comunicação, no caso do Brasil o Ministério da Comunicação, sejam acionados para a criação de leis e punições específicas para cybercrimes, ou seja leis universais que serviriam para punir qualquer indivíduo ou entidade em todo o mundo. Desta forma todas as pessoas teriam confiança e liberdade para usar a internet sem medo de terem sua privacidade roubada ou de colocarem seus ideais em risco por meio de uma fiscalização embutida nas redes sociais.