Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.
Enviada em 11/09/2019
O célebre livro “1984”, de George Orwell, hipotetiza um governo futurista baseado no controle absoluto de tudo e todos. Os meios utilizados utilizado para implantar uma ditadura infalível -como a sugestionada pelo autor- é via aparatos tecnológicos e “lavagem cerebral” na sociedade. Assim, questiona-se a tendência, cada vez mais aparente e real, de uma possível tentativa obsessiva de domínio, em troca de segurança populacional.
Não é novidade que algumas formas de influência já perambulam dentro das mentes -sem que os próprios usuários se deem conta. A televisão, além da música, literatura e arte, submerge a pessoa, sutilmente, à diversas ideologias. Como por exemplo, o movimento beat pregava uma nova maneira de viver e, para isso, inseria seus ideais em todas áreas possíveis de grande alcance.
A influência adquirida remete à alta carga publicitária em cima de determinada ideia.E,para vender o produto basta entender, com excelência, o comportamento humano. De acordo com Charles Duhigg em “O Poder do Hábito” a pessoa adquire um novo hábito quando recebe um estímulo. Para o brasileiro, tal estímulo seria receber dinheiro em troca de emitir nota no CPF (cadastro de pessoa física) à cada compra feita. Posto que ganhar, nem que sejam trocados, seja bom, deve-se questionar o governo.
Outro maneira de controle político seria por meio da facilidade de sumir com algum produto que saia dos parâmetro estabelecidos pelo ditador.O tablet E-book,que é direcionado para guardar livros virtuais, é uma estratégia de consequência incomensurável à cultura.Uma vez que,como já ocorrido na Segunda Guerra Mundial,a destruição de livros seria facilitada.
Portanto, para manter-se uma mente saudável aos estratagemas de controle político- além de considerar a sociedade como vítima- a mudança deve emanar do povo. É necessário que voluntários, que já possuam esse “insight”, influenciem as pessoas, incentivando o plano de estudo trivium e quadrivium, em acréscimo à matérias específicas como história. Afinal, esta serve para que aprendam e não cometam os mesmos erros do passado.