Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.

Enviada em 14/10/2019

A tecnologia está cada vez mais em desenvolvimento, e todo esse progresso é para facilitar a vida do homem. Contudo, isso tem se tornado não apenas uma ferramenta para ajuda-lo, mas também para controlá-lo. Segundo a História, Getúlio Vargas criou o jornal Hora do Brasil, com o intuito de divulgar à população suas realizações presidenciais e por meio do programa manipular a opinião popular, exercendo assim o totalitarismo. Logo, nota-se que isso é um problema que percorre a décadas, por esse motivo cabe avaliar os fatores que favorecem o controle tecnológico.

Em primeiro lugar, as pessoas confiam em tudo que há na internet. De acordo com o sociólogo Bauman “as redes sociais são muito úteis, oferecem serviços muito prazerosos, mas são uma armadilha”. Com isso, é possível analisar que nem todas as coisas da internet são confiáveis e que elas podem levar à ciladas. Assim, nota-se que o totalitarismo tecnológico acontece pois as pessoas não conferem o que estão acessando e acabam sendo controladas psicologicamente ou por meio de dados físicos.

Ademais, o comodismo é um dos fatores que favorece o totalitarismo. Segundo o filme “O círculo”, lançado em 2017, as pessoas queriam programas de celular e computador que facilitasse suas vidas, porém chegou o momento em que tudo era controlado e monitorado por esses mesmos programas. Dessa maneira, é perceptível que o comodismo de ter sempre um App para facilitar a vida, também é uma porta para os indivíduos serem dominados.

Em suma, o totalitarismo na era tecnológica deve ser combatido. Logo, cabe aos cidadãos aprender a conferir os sites que entram e as informações que acessam, por meio de livros e bascas em fontes diversas, para que o povo não seja controlado, porque não biscaram outras fontes. Outrossim, cabe às comunidades procurarem modos diversos de realizar as atividades sem a necessidade de aplicativos ou internet, por meio de rodas de conversas, palestras e campanhas de incentivamento, para que os cidadãos não sejam controlados, por causa, do comodismo. Com isso, a tecnologia será para facilitar a vida e não para controlá-la, diferente do que Vargas pretendia.