Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.

Enviada em 21/10/2019

Desde 1939, a tecnologia foi um meio para o avanço do totalitarismo brasileiro. O DIP (departamento de imprensa e propaganda) foi uma ferramenta muito importante usada no estado novo, por Getúlio Vargas, com o intuito de propagar a imagem do governo de Vargas. Isso se mostra forte até hoje, através de manipulação de dados, e propagandas vinculadas a quase todos os sistemas tecnológicos.

Neste contexto, podemos perceber que o avanço da era tecnológica, aliados a um cunho ideológico apresentam problemas sérios. Segundo Kant, nossa sociedade vive em uma “menoridade intelectual”, as pessoas precisam de alguém para dizer o que é correto, atrasando assim o capacidade de agir por si próprio. Isso acarreta em pessoas que vivem a sua vida toda sendo “menores”, sendo as principais pessoas que são vulneráveis ao autoritarismo.

Ademais, é importante destacar que boa parte da população ainda não tem acesso a um ensino de qualidade, e nem uma base para esse pensamento crítico. Muitos acessam a internet como um meio de entretenimento, e muitas vezes entram em contato com algo de natureza autoritária e  não conseguem distinguir. Também há um um comercio de “distração” onde por meio de jogos ou redes sociais jovens e adultos, são dispersos ao ponto de não saberem o que acontece no mundo real.

Portanto, é mister que o Estado, em parceria com a sociedade promova a “maioridade intelectual” onde tenha um estimulo ao pensamento crítico, por meio das escolas. Também deve haver esforços do Ministério da tecnologia que reforce a ideia de que não deve ocorrer casos de autoritarismo em nenhum âmbito tecnológico, trazendo a segurança e a liberdade de expressão.