Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.
Enviada em 11/11/2019
Durante a Segunda Guerra Mundial, o mundo vivenciou a maior astrosidade cometida contra a dignidade da pessoa humana, em virtude do fanatismo desenfreado de superioridade de raça, imposto através do totalitarismo que resultou na morte de milhares de pessoas. O sistema responsável por esses atos bárbaros foi o nazismo e o povo que sofreu as perseguições foram os judeus.
Diante do contexto pós-guerra, a Organização da Nações Unidades (ONU) enxergaram a necessidade de criar um mecanismo que preservasse a dignidade da pessoa humana e garantisse proteção sobre a forma da lei, resultando no que se conhece hoje como a Declaração Universal do Direitos Humanos (DUDH).
Contudo, em pleno século XXI o totalitarismo ainda não foi extinto. É possível enxerga-ló através dos atos do governo da China, por exemplo, em utilizar os recursos tecnológicos para fiscalizar a população, tais como o controle da natalidade em que se estabelece a máxima de dois filhos por família.
Com os EUA também não é diferente, em 2013 um agente da NSA divulgou documentos secretos que revelava que o governo utiliza programas de vigilância para espionar a população americana utilizando servidores de empresas como Google, Apple e Facebook e vários países da Europa e da América Latina, entre eles o Brasil, inclusive fazendo o monitoramento de conversas da presidente Dilma Rousseff com seus principais assessores.
Em suma, é necessário que a ONU fiscalize o cumprimento do que está previsto na DUDH assinada por vários países em 1948, cujo o principal valor é a dignidade da pessoa humano, o que inclui sua opção de escolha e a inviolabilidade de sua intimidade.