Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.
Enviada em 15/02/2020
Presos sem ao menos saber
Como no anime “No game no life” onde os protagonistas entram em uma realidade nova onde tudo era fruto de um jogo, mas com essa mudança eles perceberam que dentro do jogo eles eram totalmente observados, então eles se perguntam se na vida real eles realmente tinham controle da trajetória do seu próprio personagem. A falta de liberdade no mundo tecnológico não é algo novo, pois ao aceitar os termos do programa, automaticamente aceita ser observado e monitorado, e essa falta liberdade deixam pessoas se perguntando se realmente tudo que elas veem foram realmente escolhas delas, e não de um órgão que controla e dita a vida de cada um presente neste meio.
Quando pessoas estão online procurando algo para fazer, tanto para se entreter ou até mesmo para trabalho, achando que ali esta a par de todas as decisões do que ela vai fazer e de como vai fazer isso surge recomendações do próprio programa, mas como esse programa pode opinar em algo que a própria pessoa está pensando? E que em muitas vezes opina de maneira na qual essa pessoa se interessa, podemos dar exemplo do YouTube onde tem uma aba dos recomendados, que acaba sendo a parte mais acessada do site, fazendo com que uma pessoa que acha que está livre acabe sempre em um caminho já ditado e seguido por outros milhares de pessoas como ela.
Com o avanço da tecnologia está cada vez mais fácil fazer tudo online, mas com isso pessoas não mais podem ser observadas pelos seus atos em público, e com essa falta de monitoramento governos estão tomando cada vez mais medidas para observar sua população em um meio que deveria ser livre, mas não só governos acabam tomando essas ações, pessoas maus intencionadas podem também ter acesso sobre tudo que elas querem online, exemplo pode ser dito com uma organização de “hackers” chamada “Anonymous”, que detêm boa parte de informações sobre pessoas em escala mundial, e isso leva pessoas a questionarem se realmente não estão em mais um regime, onde elas não tem voz nem vez alguma.
Com base nos argumentos apresentados anteriormente, o ministério da segurança deveria impor normas que devem ser seguidas por empresas em meios online para cada desses sistemas serem próprio para cada individuo sem interferência de mais ninguém, uma segurança de liberdade nesse meio, onde finalmente pessoas podem andar livremente sem serem observadas, diferente dos protagonistas de “No game no life”.