Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.

Enviada em 15/02/2020

Conforme Tomas Hobbes, ‘’O homem é o lobo do homem’’. Nesse sentido, a visão de Hobbes tem se aplicado à realidade, tendo em vista o uso tecnológico com a finalidade de obter vantagem de indivíduos da própria espécie. Assim, depreende-se que fatores como facilidade tecnológica e formação histórica frágil contribuem para o agravamento da situação.

A princípio, nota-se que o uso mal intencionado da tecnologia se trata de um potencializador do totalitarismo tecnológico. O filme Matrix retrata, de uma forma distopica, uma sociedade formada por um software de computador o qual utiliza a humanidade como escravos. Embora seja ficção, a obra ressalta um problema da realidade, visto que é a forte influência tecnológica na sociedade. Consequentemente, o Estado pode fazer meio deste recurso como modo de monitoramento do cotidiano.

Ademais, o forte legado histórico identifica-se como outro agente marcante da problemática. Durante a Idade Média, houve o totalitarismo Estatal, que consistiu na supremacia do Estado sob a população. No cenário brasileiro atual, os legados do totalitarismo Estatal perduram, pois ainda se percebem a adoção do modelo de Governo da Europa feudal, como o plano chinês para monitorar comportamentos de seus cidadãos, sem a realização de prévia opinião popular. Por conseguinte, é notório que não só a cultura antiga foi incorporada pela sociedade, mas também a política.