Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.
Enviada em 13/02/2020
O “neo-totalitarismo”
Muito se discute sobre as consequências da nova sociedade globalizada criada a partir da Revolução Técnico-Cientifica no século XXI. De fato, um mundo livre, rápido e informatizado é o ambiente perfeito para o desenvolvimento da ciência. Porém, ele se torna dispersor de ideologias que podem privar as pessoas da liberdade, rapidez e informação, entre elas, o totalitarismo.
Em primeiro lugar, o totalitarismo, maneira pela qual uma pessoa detém o poder sobre várias outras, precisa que os indivíduos sejam manipulados por meio da força ou por maneiras mais sutis, como a oralidade. Atualmente, com o advento da “internet”, as pessoas estão quase sempre online, assim, mostrar uma ideia para um grande número de pessoas é sinônimo de um clique.
Em segundo lugar, as ideologias dispersadas nesse contexto de conectividade chegam às pessoas em uma forma principal: as notícias falsas. Elas, primeiramente manipuladas, dão a entender ao internauta uma realidade distorcida do que aconteceu de fato. Dessa maneira, a interpretação e o comportamento de quem foi enganado é diferente daquele que serial natural seguindo a verdade, favorecendo alguém que planejou essa manobra, ou seja, um totalitarismo.
Portanto, cada um deve se conscientizar de que nem tudo que se vê é real, pode haver algo por trás. Por isso, é dever do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Telecomunicações promover campanhas informando as pessoas sobre esse perigo pelo mesmo ambiente que ele se espalha: os meios de comunicação. Essa divulgação deve ser feita principalmente em forma de anúncios na “internet”, o meio de maior circulação de notícias manipuladas, porque, quando alguém estivesse navegando, ele serviria de aviso de que algo mal intensionado poderia vir a aparecer na tela. Dessa forma, a melhor arma para lutar contra o “neo-totalitarismo” estará em mãos: a informação.