Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.
Enviada em 14/02/2020
O totalitarismo é odiado por grande parte do mundo desde os tempos de comunismo e nazi-fascismo. Porém nos dia atuais um novo tipo de totalitarismo esta surgindo de maneira oculta, usando a tecnologia para se camuflar e ser aceito pela população, e isso é um problema uma vez que remete a lembrar do famoso e distópico livro do George Orwell: 1984.
É inegável que as tecnologias são fundamentais para a sociedade. Porém o avanço exacerbado, tais como o reconhecimento facial, a biometria e até o uso do DNA humano para fins tecnológicos, podem abrir o caminho para uma ditadura sem precedentes, fato que já esta acontecendo na China onde eles tem o chamado “Score social” que pontuam seus cidadães de 0 até 700. Os com baixa pontuação não conseguem um bom emprego e nem sequer conseguem comprar uma passagem de trem, fazendo com que este seja descriminado, e fazendo com que a população inteira siga o que o governo mandar para poder mater seu score alto.
Outro aspecto a ser abordado é o fato de que os usuários dessas tecnologias na maior parte das vezes nem se dão conta de como o avanço exagerado pode ser perigoso, pois sempre é vendido pelos meios de comunicação que todo avanço tecnológico é positivo, que não existe riscos de invasão de privacidade ou de roubo no caso de contas bancarias onlines. A tecnologia é sempre retrada com utopia máxima, para poder claro vender mais, fazendo com que a industria produtora lucre muito.
Portanto medidas são necessárias para resolver o impasse, cabe ao ministério publico alertar por meio de palestras, veículos de imprensa entre outros a população a cerca dessas ameças diretas aos direitos humanos, pois ponha em risco a liberdade e a segurança das pessoas. Faz se necessário também que o legislativo crie leis de modo que os donos e produtores de sites e produtos utilizados por usuários sejam obrigados a deixar bem claro os riscos de seu uso. Talvez assim possamos evitar que um dia o grande irmão se torne de certa maneira real, ou pior, se torne universal.